Palestras e workshops
A maioria das marcas está comprando uma atenção que não consegue manter.
Passei 25 anos dentro de empresas que tinham toda a atenção do mundo, observando quais transformavam isso em algo durável e quais simplesmente gastavam. É sobre isso que eu vou falar.
Começar uma conversa →Me conte a data, a sala e o orçamento com que você trabalha. Você recebe resposta em até 48 horas, minha.
Três formatos
Escolha o que serve à sua sala.
A palestra
45–60 minutos
Uma fala de palco principal sobre por que audiências não viram fandoms, e as cinco coisas que precisam estar funcionando antes que isso aconteça. Feita para uma sala mista, e funciona tanto para quem dirige um estúdio quanto para quem escreve uma newsletter.
O workshop
Meio dia ou dia inteiro
A fala, e depois o trabalho. Os participantes medem o próprio negócio ao vivo contra as mesmas cinco engrenagens, encontram a que está travada, e saem com o próximo passo específico em vez de uma página de anotações.
A sessão de time
2–3 horas, privada
Feita dentro de uma empresa. Todo mundo mede a mesma marca de forma independente, e depois olhamos onde as respostas discordam. Essa discordância costuma ser a descoberta, e nenhuma pesquisa interna vai revelar isso.
O que a sala leva embora
Não uma sensação. Uma leitura do próprio negócio.
Um vocabulário comum
Cinco engrenagens, na ordem em que precisam ser consertadas. Times param de discutir táticas quando conseguem nomear qual parte está de fato quebrada.
A própria medição
Cada participante roda o diagnóstico no próprio negócio durante a sessão. Sai com um resultado na mão, não com a promessa de tentar depois.
Um movimento, não doze
Medir serve para parar de trabalhar na coisa errada. Todo mundo sai sabendo qual engrenagem merece os próximos noventa dias.
Quem contrata
Salas onde alguém é dono de uma audiência.
- ●Conferências e eventos de games, entretenimento, marketing e negócio de criador
- ●Empresas colocando marketing, comunidade, marca e conteúdo na mesma sala
- ●Universidades e programas que ensinam o lado de negócio de audiência e marca
- ●Retiros e masterminds cujos membros já passaram das táticas e querem o sistema por baixo
Por que eu
Vinte e cinco anos vendo isso dar certo e dar errado.
Comecei nos anos 1990 traduzindo e curando filmes para TV a cabo e home video, depois produzi lançamentos em DVD e fiz PR para empresas como China Video e Sony Home Video, e escrevi para a Electronic Gaming Monthly e a Nintendo World. Isso era produção de conteúdo antes de a indústria ter um nome para isso.
Em 2010 a Blizzard Entertainment me contratou e eu me mudei para a Califórnia por quase uma década, criando times de marketing e trabalhando em produção, conteúdo, localização, eventos, parcerias e Esports para franquias como World of Warcraft, Overwatch, Diablo e Hearthstone, além de apoiar lançamentos da Activision como Call of Duty, Crash Bandicoot e Guitar Hero, e o Destiny 2 da Bungie.
Depois Seattle, na Amazon Game Studios. Liderei o rebranding de Twitch Prime para Prime Gaming, conduzi parcerias com empresas como Krafton, Bandai-Namco, EA, Ubisoft, Epic Games e Roblox, colaborei internamente com Amazon Prime, Twitch, Amazon Music, Luna e Alexa, e liderei lançamentos em territórios como Canadá, Holanda, Emirados Árabes, Índia, Japão, Luxemburgo, Bélgica e Brasil.
Hoje sou professor na Full Sail University, em Orlando. Foi durante esses anos dando aula que eu desenvolvi o Emotion Engine, transformando 25 anos de observação de padrões em algo que uma sala consegue de fato usar, em qualquer tamanho e qualquer indústria.
Próximo passo
Me conte sobre a sala.
Não existe tabela de preço aqui porque o número muda com o formato, o deslocamento e o tamanho do público, e eu prefiro orçar o seu evento a orçar um genérico. Mande os detalhes e eu volto com uma resposta direta, inclusive quando a resposta for que eu não sou o palestrante certo para ele.
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